Ficamos umas semanas sem projetar, pois aconteceu de nos envolvermos numa história nova, que apareceu assim de repente, de fazer uma performance. Surgiu o Vago Coletivo, de que fazemos parte eu, Nian Pissolati e Davi Pantuzza, para apresentar um trabalho no Festival de Performance de BH. Foram uns dias muito intensos em que experimentamos interferências num espaço com projeções de vídeos, ações corporais e alguns materiais outros que escolhemos para trabalhar. Ficamos felizes com o resultado e mais ainda com o processo, que pretendemos manter ativo.
Essa nova frente teve, obviamente, reflexos no MuroseFundos. A mf número 4 foi uma intervenção especial, mesclada com o trabalho do Vago Coletivo. Ocupamos uma casa em demolição, no bairro Itapoã, na Pampulha, e realizamos algumas ações nessa casa durante o dia, que foram projetadas nos próprios escombros assim que a luz caiu. O efeito foi belíssimo e com várias significâncias muito fortes. Foi muito diferente o fato da experiência ter sido apenas para nós mesmos, e, sem chance de aparecer outras pessoas que pudessem ser surpreendidas, quem sofreu a intervenção foi a própria casa, seus cômodos vazios, sem marcos ou janelas.
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